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quinta-feira, 16 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
EUA: a história dos 89 cães resgatados do deserto Mojave
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| A cadelinha Arwen recuperada |
A Arwen é uma cadela de 10 anos de idade, um dos 89 cães resgatados de uma situação deplorável de más condições nos Estados Unidos. A sua história começa no deserto de Mojave, a três horas de carro de Los Angeles, onde uma coleccionadora não tinha tempo para cuidar das centenas de animais que abrigava.
No Inverno, com a descida das temperaturas e a neve a tomar conta da região, a estadia dos 89 cães no exterior, sem água ou comida suficiente,
tornou-se insustentável. Arwen viveu numa gaiola, no meio do deserto, durante anos até que, em Janeiro, a
Karma Rescue a salvou, após o pedido de ajuda da mulher que recolhia e cuidava dos animais que encontrava.
Os animais não tinham abrigos – estavam completamente expostos ao sol, vento, chuva ou neve. A maioria das jaulas não era limpa e estava coberta de fezes. Quanto aos animais, estavam famintos.
Na operação de resgate dos cães em segurança – que envolveu 20 organizações e socorristas independentes –, a cadela Arwen destacou-se. Estava tímida e assustada – o seu contacto com pessoas havia sido tão pequeno que a cadela nem sabia como reagir à interacção hu
mana. De imediato, os voluntários perceberam que algo de errado se passava com os seus olhos. Estavam completamente vermelhos, inchados e inflamados. A razão foi provavelmente os duros ventos desérticos carregados de areias que os agrediram de forma sistemática, revela o
Alex foi a voluntária que se disponibilizou a cuidar da Arwen. Quando a cadela teve contacto com um veterinário, percebeu-se que o problema ocular era bastante grave – exigiria uma cirurgia ocular dolorosa, de modo a remover o tecido inflamado dos olhos. Avançaram com o processo e a quantidade de tecido removido foi perturbador, até para os m
édicos – do tamanho de uma cereja em cada olho.
Os dentes eram outro problema – estavam desfeitos. A cadela tinha passado muito tempo a roer as cercas de arame da jaula a que esteve confinada, possivelmente por fome ou tédio.
Arwen também tinha o hábito, impregnado de stress e nervosismo, de andar constantemente dum lado para o outro. Mesmo com todo o novo espaço que Alex lhe disponibilizava, o animal não conseguia aceitar dispor de um largo espaço seguro e confortável onde circular livremente.
Com o passar do tempo, os olhos da Arwen melhoraram. Com um pouco mais de tempo, o seu ritmo também acalmou e aprendeu a sentir-se mais confortável na nova casa. A cadela aprendeu a relacionar-se com as pessoas e tornou-se inseparável da sua nova mãe adoptiva. Com a orientação da dona e a do seu outro pitbull, Keiko, a cadela aprendeu a ser de novo um cão saudável.
A história da Arwen é recorrente por todo o mundo, à medida que as pessoas insistem em abandonar os seus animais de estimação. Graças a alguns grupos de protecção e aos seus voluntários, ainda há esperança para alguns. Mesmo para aqueles que passam anos em sofrimento, sem ninguém que cuide deles e ainda os maltrate.
Aqui o final é feliz e inspirador. Alex não hesita em dizer que Arwen é um “cão perfeito”.
“A vida apresenta-nos muitos desafios. Os que não nos devem assustar são aqueles que podemos assumir e controlar”. Angelina Jolie
“A minha mãe lutou contra o cancro (de mama) durante quase uma década e morreu com 56 anos. Viveu o suficiente para conhecer o seu primeiro neto e para o segurar nos seus braços. Mas os meus outros filhos nunca tiveram a hipótese de a conhecer e de saber o quão amável e ternurenta ela era.
“Falamos muitas vezes sobre a ‘mamã da mamã’ e tenho sempre dificuldade em lhes explicar a doença que a roubou à sua família. Perguntaram-me se o mesmo me poderia acontecer a mim. Respondi-lhes sempre que não se preocupassem, mas a verdade é que tenho em mim um gene, BRCA1, que aumenta consideravelmente o meu risco de desenvolver cancro de mama e de ovário.
“Os meus médicos estimam que eu tenha 87 por cento de risco de sofrer de cancro de mama e 50 por cento de risco de cancro de ovário, embora o risco seja diferente para cada mulher.
“Apenas uma percentagem dos cancros de mama resultam de um gene hereditário. As mulheres que possuem o gene BRCA1 têm, em média, 65 por cento de risco de o contrair.
“Quando tomei conhecimento de que esta era a minha realidade, decidi ser proactiva e minimizar o risco o máximo que conseguisse. Tomei a decisão de fazer uma dupla mastectomia preventiva. Comecei pelo peito, uma vez que o risco de cancro de mama é maior do que o de ovário, e a cirurgia é também mais complexa.
“No dia 27 de abril finalizei os três meses de procedimentos médicos que as mastectomias envolvem. Durante este tempo consegui manter o assunto privado e continuar com o meu trabalho.
“Decidi escrever agora sobre o assunto porque espero que outras mulheres possam beneficiar da minha experiência. Cancro ainda é uma palavra que produz muito medo no coração das pessoas e que nos transmite uma enorme sensação de impotência. Hoje em dia é possível, através de um teste sanguíneo, saber quais são as suas hipóteses de vir a sofrer de cancro de mama ou de ovário e tomar medidas preventivas.
“O meu processo começou no dia 2 de fevereiro com um procedimento conhecido como ‘atraso do mamilo’, que exclui a hipótese de doença nos ductos mamários por detrás do mamilo com uma irrigação sanguínea extra dessa zona. É um procedimento que causa alguma dor e muitos hematomas mas que aumenta consideravelmente a hipótese de salvar o mamilo.
“Duas semanas mais tarde fiz a cirurgia que envolveu a remoção do tecido mamário e a colocação de implantes temporários no seu lugar. A operação pode demorar cerca de oito horas. Acordamos com tubos e drenos nas mamas. Parece que estamos numa cena de um filme de ficção científica. Mas alguns dias após a cirurgia podemos voltar à nossa vida normal.
“Nove semanas mais tarde, completei o processo cirúrgico com a reconstrução total da mama, através da colocação de implantes. Nos últimos anos existiu um enorme desenvolvimento nesta área e os resultados são magníficos.
“Quis escrever este texto para explicar a todas as mulheres que a decisão de me submeter a uma dupla mastectomia não foi fácil. Mas é uma decisão com a qual estou muito feliz. As minhas hipóteses de vir a desenvolver cancro de mama baixaram de 87 para 5 por cento. Já posso dizer aos meus filhos que não precisam de ter medo de perder para o cancro de mama.
“Naturalmente que nunca os deixei ver nada que os pudesse deixar desconfortáveis ou perturbados. No máximo podem ver algumas pequenas cicatrizes e nada mais. Em tudo o resto sou apenas a mamã, como sempre fui. E sabem que eu os amo mais do que tudo e que tudo farei para estar junto deles o máximo de tempo que me seja possível. Como nota pessoal, posso garantir que não me sinto menos mulher agora do que antes. Sinto-me mais fortalecida por ter tomado uma decisão importante que em nada diminuiu a minha feminilidade.
“Tenho a sorte de ter ao meu lado um companheiro, Brad Pitt, que me ama e me apoiou em tudo. Para os homens que têm uma esposa ou namorada a passar por este processo, saibam que são verdadeiramente importantes durante esta transição. Brad esteve comigo no Pink Lotus Breast Cancer, onde fui tratada, até minutos antes de todas as cirurgias. Conseguimos de alguma forma encontrar uma maneira de rir juntos. Sabíamos que estávamos a fazer o que era melhor para a nossa família e que isso nos uniria mais ainda. E uniu.
“Para as mulheres que lerem este texto, espero que ajude o facto de saberem que podem fazer as vossas escolhas. Gostava de encorajar todas as mulheres, especialmente as que têm antecedentes de cancro de mama ou de ovário nas suas famílias, a procurarem ajuda médica e informação que vos possam guiar neste aspeto da vossa vida e informar-vos sobre as vossas opções.
“Quero que saibam que existem muitos médicos de medicinas não convencionais, maravilhosos, que trabalham diariamente em alternativas às cirurgias. O meu processo será colocado no site do Pink Lotus Breast Cancer. Espero que seja inspirador para outras mulheres.
“(…) Escolhi divulgar a minha história porque sei que existem muitas mulheres que não sabem que vivem sob a ameaça e a sombra do cancro. A minha esperança é que todas elas tenham a possibilidade de fazer o teste genético e que no caso de risco elevado de cancro saibam quais são as suas opções.
“A vida apresenta-nos muitos desafios. Os que não nos devem assustar são aqueles que podemos assumir e controlar”. Angelina Jolie
“Falamos muitas vezes sobre a ‘mamã da mamã’ e tenho sempre dificuldade em lhes explicar a doença que a roubou à sua família. Perguntaram-me se o mesmo me poderia acontecer a mim. Respondi-lhes sempre que não se preocupassem, mas a verdade é que tenho em mim um gene, BRCA1, que aumenta consideravelmente o meu risco de desenvolver cancro de mama e de ovário.
“Os meus médicos estimam que eu tenha 87 por cento de risco de sofrer de cancro de mama e 50 por cento de risco de cancro de ovário, embora o risco seja diferente para cada mulher.
“Apenas uma percentagem dos cancros de mama resultam de um gene hereditário. As mulheres que possuem o gene BRCA1 têm, em média, 65 por cento de risco de o contrair.
“Quando tomei conhecimento de que esta era a minha realidade, decidi ser proactiva e minimizar o risco o máximo que conseguisse. Tomei a decisão de fazer uma dupla mastectomia preventiva. Comecei pelo peito, uma vez que o risco de cancro de mama é maior do que o de ovário, e a cirurgia é também mais complexa.
“No dia 27 de abril finalizei os três meses de procedimentos médicos que as mastectomias envolvem. Durante este tempo consegui manter o assunto privado e continuar com o meu trabalho.
“Decidi escrever agora sobre o assunto porque espero que outras mulheres possam beneficiar da minha experiência. Cancro ainda é uma palavra que produz muito medo no coração das pessoas e que nos transmite uma enorme sensação de impotência. Hoje em dia é possível, através de um teste sanguíneo, saber quais são as suas hipóteses de vir a sofrer de cancro de mama ou de ovário e tomar medidas preventivas.
“O meu processo começou no dia 2 de fevereiro com um procedimento conhecido como ‘atraso do mamilo’, que exclui a hipótese de doença nos ductos mamários por detrás do mamilo com uma irrigação sanguínea extra dessa zona. É um procedimento que causa alguma dor e muitos hematomas mas que aumenta consideravelmente a hipótese de salvar o mamilo.
“Duas semanas mais tarde fiz a cirurgia que envolveu a remoção do tecido mamário e a colocação de implantes temporários no seu lugar. A operação pode demorar cerca de oito horas. Acordamos com tubos e drenos nas mamas. Parece que estamos numa cena de um filme de ficção científica. Mas alguns dias após a cirurgia podemos voltar à nossa vida normal.
“Nove semanas mais tarde, completei o processo cirúrgico com a reconstrução total da mama, através da colocação de implantes. Nos últimos anos existiu um enorme desenvolvimento nesta área e os resultados são magníficos.
“Quis escrever este texto para explicar a todas as mulheres que a decisão de me submeter a uma dupla mastectomia não foi fácil. Mas é uma decisão com a qual estou muito feliz. As minhas hipóteses de vir a desenvolver cancro de mama baixaram de 87 para 5 por cento. Já posso dizer aos meus filhos que não precisam de ter medo de perder para o cancro de mama.
“Naturalmente que nunca os deixei ver nada que os pudesse deixar desconfortáveis ou perturbados. No máximo podem ver algumas pequenas cicatrizes e nada mais. Em tudo o resto sou apenas a mamã, como sempre fui. E sabem que eu os amo mais do que tudo e que tudo farei para estar junto deles o máximo de tempo que me seja possível. Como nota pessoal, posso garantir que não me sinto menos mulher agora do que antes. Sinto-me mais fortalecida por ter tomado uma decisão importante que em nada diminuiu a minha feminilidade.
“Tenho a sorte de ter ao meu lado um companheiro, Brad Pitt, que me ama e me apoiou em tudo. Para os homens que têm uma esposa ou namorada a passar por este processo, saibam que são verdadeiramente importantes durante esta transição. Brad esteve comigo no Pink Lotus Breast Cancer, onde fui tratada, até minutos antes de todas as cirurgias. Conseguimos de alguma forma encontrar uma maneira de rir juntos. Sabíamos que estávamos a fazer o que era melhor para a nossa família e que isso nos uniria mais ainda. E uniu.
“Para as mulheres que lerem este texto, espero que ajude o facto de saberem que podem fazer as vossas escolhas. Gostava de encorajar todas as mulheres, especialmente as que têm antecedentes de cancro de mama ou de ovário nas suas famílias, a procurarem ajuda médica e informação que vos possam guiar neste aspeto da vossa vida e informar-vos sobre as vossas opções.
“Quero que saibam que existem muitos médicos de medicinas não convencionais, maravilhosos, que trabalham diariamente em alternativas às cirurgias. O meu processo será colocado no site do Pink Lotus Breast Cancer. Espero que seja inspirador para outras mulheres.
“(…) Escolhi divulgar a minha história porque sei que existem muitas mulheres que não sabem que vivem sob a ameaça e a sombra do cancro. A minha esperança é que todas elas tenham a possibilidade de fazer o teste genético e que no caso de risco elevado de cancro saibam quais são as suas opções.
“A vida apresenta-nos muitos desafios. Os que não nos devem assustar são aqueles que podemos assumir e controlar”. Angelina Jolie
terça-feira, 14 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Sabia que ter um animal de estimação = benefícios à sua saúde?
A companhia de animais de estimação propicia sobrevida a pessoas com doenças crônicas, pois além de reduzir o nível de stress, garante a adopção de hábitos saudáveis!
Além de levar alegria ao lar, a convivência com animais de estimação podem apresentar diversos benefícios, como prevenir e até ajudar no tratamento de doenças que afectam seus donos. A conclusão é de pesquisadores do departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com Luiz Luccas, presidente da Comissão de Animais de Companhia (Comac), são inúmeras as vantagens que os animais oferecem aos humanos. “Essa convivência possibilita enormes benefícios sociais, psicológicos e até mesmo físicos”. Para se chegar a essas melhorias, porém, é necessário que haja uma redução significativa no problema que mais afecta as pessoas durante os tratamentos médicos e psicológicos: o stress. “Com os nervos controlados, os níveis de colesterol, triglicéridos e da pressão arterial diminuem, proporcionando ao indivíduo maior qualidade de vida e um aumento expressivo de tolerância”, diz Luccas.
Bom para o coração
Bom para o coração
Pessoas com doenças no coração também beneficiam na convivência com animais de estimação. A companhia dos animais propicia sobrevida e melhora na recuperação de quadros de cardiopatia, pois garante a adopção de hábitos saudáveis, como caminhadas e até mesmo corrida. No caso de Evandro Pádua, paciente cardíaco recuperado há três anos, a convivência com Pitu, um labrador de 5 anos, foi fundamental. “Não tem dia e nem tempo ruim para os pets. Sempre que chegar em casa, triste ou feliz, saudável ou doente, o melhor amigo vai estar lá disposto a brincar. Isso é contagiante”, conta Pádua. Mas os benefícios não param por aí. “Indivíduos com traumas recentes também são favorecidos. Por estarem limitadas, as pessoas acabam realizando movimentos leves tanto na brincadeira como em outras atividades com os pets, dando sequência ao que seria feito na fisioterapia. Desta forma, o processo de recuperação é acelerado”, relata a veterinária clínica Ceres Berger.
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