Reiki é uma palavra japonesa que significa Energia Vital Universal, atualmente, essa palavra está sendo utilizada para identificar o Sistema Reiki Essencial. É um tratamento que usa a imposição das mãos. Não é religião, e não interfere na crença religiosa das pessoas. Entretanto, é profundamente espiritual, pois todo o trabalho em benefício de outro ser humano é essencialmente espiritual. Todos os dias nos deparamos com situações que promovem em nosso organismo diversas alterações, que podem ser físicas, mentais ou emocionais. O corre-corre diário, o trânsito, as pressões no ambiente de trabalho, situação financeira desequilibrada, problemas pessoais, preocupação com segurança, enfim, são muitas as situações que acarretam um grande estresse em nossas vidas. Em nosso organismo existe uma energia que circula por todos os pontos e que corresponde aos fatores emocionais e fisiológicos. Quando acontece uma interrupção deste fluxo energético, nosso corpo adoece, demonstrando que existe algo errado. A busca de um equilíbrio para sanar ou reduzir estes problemas nos leva a procurar métodos alternativos de alívio e cura. O Reiki atua neste sentido, ou seja, ele é um dos métodos para se chegar a este equilíbrio, proporcionando, tanto a quem o recebe, quando a quem o aplica, paz, harmonia e sensação de tranquilidade no corpo e na alma. Atua com resultados concretos na ansiedade, stress, depressão, insônia, medo, insegurança, assim como nos órgãos, tecidos e sistemas. O Reiki é preventivo e curativo, agindo sempre na causa dos problemas.
Retirado do Blog http://espacolisticoharmonia.blogspot.pt/
Este blog tem como objectivo reunir várias instituições existentes, de forma a dar a conhecer a quem necessitar de ajuda ou pretender ajudar...desta forma podemos tornar o mundo melhor :) Reune também dicas para uma melhor qualidade de vida, exemplos humanos e momentos engraçados!
Pesquisar neste blogue
sexta-feira, 7 de março de 2014
terça-feira, 2 de julho de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Cães olham para os donos como se fossem pais!
Há cerca de 15.000 anos que os humanos têm cães como animais de estimação. Porém, a adaptação destes animais ao ambiente doméstico tornou-os tão próximos dos seus cuidadores que, de acordo com um estudo recente, a relação estabelecida entre estes "amigos de quatro patas" e os donos é semelhante à ligação profunda que existe entre as crianças e os pais.
Um dos aspetos já conhecidos da relação entre humanos e cães diz respeito ao "efeito de base de segurança", um efeito também encontrado nos laços entre pais e filhos, já que os bebés e crianças encaram aqueles que tratam deles como um símbolo de segurança para a interação com o meio ambiente.
Porém, este efeito estava pouco explorado no que toca à ligação entre cão e dono, o que levou Lisa Horn, investigadora do Vetmeduni's Messerli Research Institute, na Áustria, a decidir aprofundar os conhecimentos existentes acerca desta relação.
Horn e os seus colegas analisaram as reações de 20 cães adultos sob diferentes condições: dono ausente, dono silencioso e dono encorajador. Ao brincar com brinquedos interativos, os animais podiam receber uma recompensa (nomeadamente um 'snack', mas, de acordo com a investigação, pareceram menos interessados na mesma quando os donos estavam ausentes do que quando estavam por perto.
Por outro lado, o facto de os donos encorajarem o animal ou permanecerem em silêncio durante a brincadeira mostrou ter pouca influência nos seus níveis de motivação, conforme avança o estudo publicado na revista científica PLOS ONE.
Presença dos donos desencadeia confiança
Presença dos donos desencadeia confiança
Na experiência seguinte, explica um comunicado, a equipa de Lisa Horn repetiu o procedimento, mas substituindo o dono por um desconhecido. Os cientistas observaram que os animais pouco interagiram com os estranhos e que o interesse em garantir a recompensa quando os estranhos estavam ou não presentes era praticamente igual.
Segundo Horn, os cães mostraram-se muito mais motivados apenas na presença do dono, o que levou a investigadora a concluir que esta presença é importante para que o animal se comporte de uma forma confiante, tal como acontece com as crianças de tenra idade na presença dos pais.
"Uma das coisas que mais nos surpreenderam foi o facto de os cães adultos se comportarem, em relação aos cuidadores, como as crianças humanas se comportam em relação aos pais", afirmou a cientista.
"Vai ser interessante descobrir como é que este comportamento evoluiu nos cães", acrescentou a investigadora, realçando que o paralelo vai continuar a ser estudado em análises comparativas diretas em cães e crianças.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)





